17/12/2011

Paulo Montero e Mogmo são destaques no Programa Empresários de Sucesso, da VTV SBT.

Paulo Montero e Mogmo são destaques no Programa Empresários de Sucesso, da VTV SBT.

O sócio-proprietário da Mogmo, empresário Paulo Montero, foi destaque do Programa Empresários de Sucesso, veiculado pela VTV SBT. Montero falou um pouco da história de 25 anos de sucesso da Mogmo, que hoje conta com um departamento de marketing e um total de mais de 40 profissionais nas áreas de engenharia, contabilidade, administração, jurídico, suprimentos e financeiro. Fez questão de ressaltar que o sucesso da Mogmo deve-se a preservação dos seus clientes, com os quais tem um contato muito íntimo. Relembrou, ainda, da fundação da empresa, das dificuldades enfrentadas ao longo desses anos, em que superaram todas as crises possíveis e imagináveis, e aproveitou, também, para falar dos novos investimentos da empresa e das novidades para 2012. Para a Relações Públicas da Mogmo, Tarissa Montero, entre essas novidades existem projetos de expansão e mais ações no Departamento de Marketing.

Confira a entrevista.

Fonte: Mogmo Construtora e Incorpordora
11/12/2011

Mogmo participa de jogo beneficente ao lado de craques Corinthianos.

Mogmo participa de jogo beneficente ao lado de craques Corinthianos.

Em um clima festivo, muito sol e o desfile de vários craques que se destacaram no último Campeonato Brasileiro, além de jogadores que marcaram época no futebol brasileiro, a Mogmo Construtora e Incorporadora fez parte da festa no jogo beneficente entre Amigos do Paulo André – Campeão Brasileiro de Futebol pelo Sport Club Corinthians Paulista – contra Amigos do Alexandre, no domingo dia 11 de dezembro, em partida disputada no Campo do Bom Retiro.

Na festa da solidariedade, a equipe do zagueiro Paulo André esteve sempre à frente do placar e o jogo terminou empatado em 3 a 3. Paulo André, duas vezes, e Léo, fizeram os gols do time do zagueiro corinthiano, enquanto Alemão, Alexandre e o garotinho Luiz Alexandre, de apenas 12 anos, de pênalti, decretaram o empate no placar. Os maiores alvos da torcida foram os jogadores Júlio Cesar e Fábio Santos, ambos do Corinthians, além dos palmeirenses Leandro Amaro e Tiago Heleno, protagonistas do jogo que encerrou o Campeonato Brasileiro de 2011.

Sócio-proprietário da Mogmo, o vereador e presidente da Câmara, Paulo Montero, aproveitou a oportunidade para conhecer de perto os jogadores que garantiram o sucesso do evento. Melhor para a família Montero, formada de corinthianos, que puderam registrar a festa ao lado dos craques do seu time de coração. “Depois do sofrimento que eles causaram durante o ano, a alegria que eles propiciaram no final valeu totalmente a pena”, brincou Paulo Montero, acompanhado de sua esposa Sílvia e das filhas Tarissa e Tábata.

A Mogmo Construtora e Incorporadora completou 25 anos no mês de agosto e atualmente está com investimentos em cidades do estado de São Paulo, a maior parte delas localizadas na Região Metropolitana de Campinas (RMC). Ela é a responsável pela construção de 1.500 unidades habitacionais, além de outros empreendimentos espalhados por cidades como Valinhos, Salto e Jaguariúna. Não estão contabilizadas as obras em andamento e as que estão em fase de aprovação. Na sua trajetória de um quarto de século, a Mogmo é reconhecida pelos seus clientes e parceiros como a construtora que realiza sonhos.

Acompanhe na Íntegra:

Globo Esporte

EPTV

IPA

Fonte: Mogmo Construtora e Incorporadora
19/11/2011

Muitas ações marcam o lançamento do Residencial Melina em Valinhos.

Muitas ações marcam o lançamento do Residencial Melina em Valinhos.

Passeio de balão, revitalização de viaduto, plantio de mudas e muita atenção aos clientes. Tudo isso marcou o lançamento do Residencial Melina, um dos novos empreendimentos da Mogmo Construtora, que neste ano comemora 25 anos de fundação.

Empreendimento que reúne a sofisticação da arquitetura com a qualidade de vida em uma grande área verde preservada, o Melina terá quatro torres em uma área exclusiva de 23.236,17 m², oferecendo tranquilidade e lazer completo em um padrão de vida privilegiado. Com essas características, foi preciso muito trabalho da equipe da Mogmo para atender a demanda de clientes com interesse em morar em um espaço tão planejado.

Para os investidores que, recepcionados por um brunch, puderam conhecer os apartamentos decorados e ver de perto que valeu a pena investir em mais um empreendimento da Mogmo. E quem havia perdido a oportunidade de fazer uma boa compra não foi esquecido pela Mogmo, não! A empresa fez questão de enviar um ‘recadinho’ ao seu extenso mailing de clientes convidando-os a conhecerem o Residencial Melina e não deixar passar essa excelente oportunidade de morar em um local que encontra na harmonia com a natureza o equilíbrio certo entre bem estar e bem viver.

Ações unem entretenimento e sustentabilidade. As atitudes da Mogmo em relação ao lançamento do Residencial Melina não ficaram restritas somente a ações do Departamento de Marketing da empresa, como por exemplo passeio de balão, outdoors espalhados pela cidade, encartes em jornais, vídeos transmitidos nas telas da GM7, um belo stand de vendas e até saco de pão nas tradicionais padarias de Valinhos e Vinhedo.

Preocupados, de fato, com o meio ambiente, a Mogmo desenvolveu duas ações que são facilmente observadas pelas pessoas que buscam um bom lugar para morar. “Revitalizamos o viaduto de acesso à Avenida Rosa Belmiro Ramos, com nova pintura e paisagismo”, revela Tarissa Montero, do Departamento de Marketing da Mogmo. Outra ação que também mostra a preocupação com o meio ambiente foi o plantio de centenas de mudas em frente ao Residencial Melina e na área de preservação interna do empreendimento.

Conheça o Residencial Melina:

Clique aqui

Fonte: Mogmo Construtora e Incorporadora
25/08/2011

Mogmo Construtora e Incorporadora comemora 25 anos em grande estilo.

Mogmo Construtora e Incorporadora comemora 25 anos em grande estilo.

A Mogmo Construtora e Incorporadora comemorou seus 25 anos no mais alto estilo. Os sócios-proprietários da empresa: Antonio Roberto Montero, Paulo Roberto Montero, Abdalla Jorge Gazal e Victor Hugo Salazar, reuniram um seleto grupo de amigos em um grande evento na Via Áppia, em Valinhos.

Entre os convidados estavam os deputados Guilherme Campos (DEM) e Célia Leão (PSDB), além do prefeito de Valinhos, Marcos José da Silva (PMDB), outros políticos e empresários da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

Manter-se por duas décadas e meia em evidência no ramo da construção civil não é uma tarefa fácil. Para que uma empresa conquiste este patamar é necessário que ela cumpra alguns requisitos que vão desde a credibilidade, confiança, passando pelo respeito aos clientes e parceiros até chegar às obras diferenciadas e que têm de ser de qualidade. E foi obedecendo esses critérios e encarando a construção civil como uma grata missão que a Mogmo Construtora e Incorporadora completou 25 anos, neste mês de agosto.

Durante esse período, a Mogmo Construtora e Incorporadora desenvolveu empreendimentos com mais de 1500 unidades habitacionais em cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Atualmente seus projetos e empreendimentos estão localizados nas cidades de Valinhos, Campinas, Americana, Limeira, Mogi-Mirim, Santa Bárbara D’Oeste, Sumaré, Piracicaba, Brotas, totalizando 4500 unidades entre loteamentos, apartamentos e galpões de logística. Sua trajetória permitiu que a empresa fosse reconhecida pelos seus clientes e parceiros como a construtora que realiza sonhos.

Fonte: Mogmo Construtora e Incorporadora
15/08/2011

Mogmo Construtora e Incorporadora é destaque na revista de eventos Callas Magazine.

Mogmo Construtora e Incorporadora é destaque na revista de eventos Callas Magazine.

A festa de 25 anos da Mogmo Construtora foi destaque na edição de lançamento da Revista Callas Magazine. Fotos do evento e uma página institucional ilustram essa edição especial que traz na capa os sócios-proprietários da Mogmo bem ao lado do ator Marcelo Serrado, que faz muito sucesso no papel do mordomo Crô, na Novela Fina Estampa.

Fonte: Mogmo Construtora e Incorporadora
19/05/2011

Na trilha do crescimento.

Na trilha do crescimento.

No início do século 20, as ferrovias eram os grandes vetores de desenvolvimento das cidades. Hoje, as rodovias se transformaram nos eixos de crescimento. Ao longo da rodovia D. Pedro I e das conexões com outras estradas, como a Adhemar Pereira de Barros (Campinas-Mogi Mirim) e o complexo Anhanguera-Bandeirantes, o cenário urbano ganha novos contornos com condomínios residenciais de alto padrão, comerciais e industriais; shopping centers; e grandes varejistas.

A Prefeitura de Campinas que impulsionar ainda mais a vocação da região com estímulo à implantação de hotéis, prestadores de serviços, comércios, indústrias limpas e empresas do setor de logística. A proximidade com o pólo de alta tecnologia é mais um fator de atratividade de investimentos produtivos e da injeção de recursos em áreas residenciais com foco nas classes A e B.

O metro quadrado na região está em elevação. No mercado imobiliário, o preço médio dos lotes em condomínios residenciais em bairros próximos das rodovias D. Pedro e Campinas-Mogi Mirim varia de R$ 400,00 a R$ 600,00. Já os galpões industriais têm valores de venda situados entre R$ 1,4 mil e R$ 1,6 mil por metro quadrado. O aluguel vai de R$ 15,00 a R$ 20,00 o metro quadrado. Os escritórios têm valor de comercialização de R$ 4 mil a R$ 5 mil por metro quadrado.

O secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Alair Godoy, afirma que os planos das macrozonas 8 e 9 contemplam mudanças de zoneamento e também disciplinam o uso das áreas em regiões cortadas pela D. Pedro e a Campinas-Mogi Mirim. Mas ele destaca que as áreas próximas à D. Pedro ainda estão em avaliação, pois fazem parte de outra macrozona.

\"Nas faixas mais próximas às rodovias está prevista a permissão de atividades produtivas, como comércios, prestadores de serviços, empresas de logística e indústrias limpas, principalmente na área que está nos limites do pólo de alta tecnologia\", diz. O secretário acrescenta que os projetos residenciais não poderão ser verticais e os lotes deverão ser maiores. \"O objetivo é ter uma baixa densidade\", comenta. Os projetos estão em análise na Câmara dos Vereadores.

O secretário de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo, Sinval Dorigon, afirma que há vários investimentos sendo projetados para o eixo da D. Pedro, na extensão que vai de Souzas até a chegada da rodovia na interligação com o complexo Anhanguera-Bandeirantes. \"A tendência é que o trecho até a Ceasa (Centrais de Abastecimento de Campinas) ganhe condomínios corporativos, centros de compras e empresas de prestação de serviços. A partir desse trecho, a perspectiva é da instalação de empresas de logística e indústrias limpas. O governo municipal tem planos para o desenvolvimento de várias áreas da cidade, como a D. Pedro, o complexo Anhanguera-Bandeirantes e a região do Aeroporto Internacional de Viracopos\".

Projetos
O presidente da Associação Regional da Habitação de Campinas (Habicamp), Francisco de Oliveira Lima Filho, destaca que nas últimas duas décadas a região vem recebendo muitos investimentos e, segundo ele, o processo deve acelerar nos próximos anos. \"Há vários projetos em análise nos órgãos competentes que serão implantados no eixo. Grandes grupos econômicos vão investir em empreendimentos residenciais, salas de escritórios e em condomínios industriais\", adianta. Lima Filho exemplifica com a construção de um novo Extra Hipermercados, bandeira do Grupo Pão de Açúcar; que está em execução no entroncamento entre a D. Pedro e a Campinas-Mogi Mirim.

O representante do setor imobiliário acentua que a região é muito valorizada pelos investidores e que a infraestrutura local terá que passar por mudanças para conseguir atender a demanda dos moradores e empreendedores que estarão no eixo. \"O planejamento urbano tem que dar suporte para o desenvolvimento da região\", pontua. Ele lembra que está prevista a extensão da Avenida Mackenzie, que irá da D. Pedro até os condomínios Caminhos de San Conrado e Três Pontes do Atibaia. O caminho terá oito quilômetros. \"Existe ainda o projeto de prolongamento do Anel Viário Magalhães Teixeira\".

Fonte: Correio Popular - 12/12/2010
19/05/2011

Número de negócios só aumenta.

Número de negócios só aumenta.

Os motoristas que trafegam pela extensão da Rodovia D. Pedro I, no trecho que fica na região de Campinas, vêem que ao longo do caminho vários negócios surgiram durante as últimas décadas. Condomínios residenciais de alto padrão foram lançados em bairros que ficam próximos à estrada. Muitas atividades econômicas também buscaram na área o desenvolvimento de suas atividades. A estrada tem em sua vizinhança empreendimentos como Galleria Shopping, Sam’s Club, Leroy Merlin, Decathlon, Parque D. Pedro Shopping, Praça Capital, Makro e Atacadão.

O primeiro vice-diretor da Regional Campinas do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), José Nunes Filho, salienta que é necessário o poder público disciplinar a destinação de ocupação das áreas dentro da cidade. Para ele, essa medida facilita para o investidor no momento de decidir por se instalar em Campinas e também na implantação de equipamentos públicos. \"É importante que exista um plano diretor que defina as áreas para as atividades produtivas\", diz. Ele comenta que vê com bons olhos o desenvolvimento da região da D. Pedro e também dos outros eixos rodoviários, como a Campinas-Mogi Mirim (SP-340). Mas ele salienta que há uma grande preocupação com o colapso do sistema viário.

O problema já é tema de debates entre a Prefeitura de Campinas, as concessionárias que administram as rodovias e os investidores. O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Alair Godoy, diz que o governo municipal analisa junto com a Rota das Bandeirantes e a Renovias a construção de vias marginais em alguns trechos da D. Pedro e da Campinas-Mogi Mirim. \"Existe também uma determinação em lei que os novos empreendimentos que fiquem às margens das rodovias façam o sistema viário que interligue as vias locais às estradas\", lembra.

A assessoria de imprensa da Renovias, que administra a Campinas-Mogi Mirim (SP-340), informa que \"a implantação de vias marginais na SP-340 não faz parte do rol de obrigações da Renovias\". Segundo a empresa, desde o início da concessão em 1998, \"a empresa vem mantendo entendimentos com a Prefeitura de Campinas para promover condições ao crescimento ordenado da cidade ao longo do eixo da rodovia\". Conforme a concessionária, \"a implantação de vias marginais municipais é um instrumento indispensável\".

A assessoria informa que \"o principal objetivo é implantar as vias marginais municipais o mais rápido possível para separar o fluxo urbano do rodoviário, senão ações já adotadas pela Renovias – como a implantação de terceiras faixas no início da SP-340, para acomodar o fluxo nos horários de pico – vão se tornar pouco eficazes e de curta vida útil\". De acordo com a Renovias, \"há uma orientação às prefeituras que, antes de autorizar a instalação de empreendimentos às margens das rodovias, solicite aos empreendedores que consultem a concessionária\". A assessoria de imprensa da Rota das Bandeiras informa que a concessionária, responsável pela administração da D. Pedro I, no plano de obras prevê marginais entre os Km 129 e 145.

Fonte: Correio Popular - 12/12/2010
19/05/2011

Imóvel registra valorização recorde. Segundo pesquisa da Habicamp.

Imóvel registra valorização recorde. Segundo pesquisa da Habicamp.

Segundo pesquisa da Habicamp, em um ano e meio, preço médio em Campinas subiu até 40%.

Em um ano e meio, o preço do imóvel novo em Campinas passou por uma valorização recorde de 40%, segundo estimativa divulgada ontem pela Associação Regional da Habitação (Habicamp). O percentual está a frente do movimento acompanhado em outros municípios paulistas que estão passando por um grande aquecimento no mercado imobiliário, de acordo com o presidente da entidade Francisco de Oliveira Lima Filho. \"Cidades de peso na economia do Estado, como é o caso de Barueri, na Grande São Paulo, onde fica o Alphaville, se valorizaram um pouco menos, em torno de 35%\" afirmou.

Dessa forma, um apartamento novo de três dormitórios, com duas vagas na garagem, que até meados de 2009 tinha um preço médio estimado pelo mercado em R$ 180 mil, agora chega a custar R$ 250 mil. \"O valor médio do metro quadrado para imóveis novos varia entre R$ 3,5 mil e R$ 4 mil em Campinas\", assinalou o vice-presidente para o setor de comercialização da Habicamp, Douglas Vargas. Um valor que está cada vez mais próximo daquele praticado na capital paulista, onde um estudo da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimóvel calcula que o preço médio do metro quadrado seja de R$ 5.272,00.

Vargas ressaltou que, no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação medida pelo índice IGP-M foi de 10,27%. \"A valorização imobiliária está acontecendo de forma descolada da inflação, porque se trata de uma adequação de valores que estavam defasados e que permaneceram um bom tempo estagnados\", justificou.

No efeito cascata do boom imobiliário, os imóveis usados e os valores de locação também foram reajustados para cima. Mas o vice-presidente de economia da Habicamp, Sérgio Vargas, descartou a hipótese de que esteja se estabelecendo uma bolha imobiliária na região, a exemplo da que se configurou há dois anos nos Estados Unidos.

\"É uma conjuntura diferente. Aqui existe uma situação em que existe demanda reprimida, há espaço para aumento no crédito e uma perspectiva econômica de crescimento\", disse.

Momento
Prestes a encerrar o ano, a construção civil regional tem motivos de sobra para celebrar o desempenho em 2010. Pela primeira vez em cinco anos, a inadimplência em toda a cadeia chegou ao nível zero. \"Estamos recebendo até mesmo antecipado. É uma situação excelente, até porque chegamos a ter um índice de inadimplência beirando os 20% nesse período\", salientou Lima Filho.

Além disso, o setor encerrou novembro com 2,3 milhões de metros quadrados de áreas com alvarás de aprovação e execução obtidos junto à Prefeitura, o que foi verificado no ano passado inteiro.

\"Devemos encerrar o ano com um número bastante próximo do recorde registrado em 2008 (quando foram mais de 2,6 milhões de metros quadrados aprovados), que foi um ano excepcional\", atestou.

O grande destaque foi a aprovação de alvarás para casas (residencial unifamiliar) que foi recorde no ano. Os 424 mil metros quadrados aprovados superam inclusive o total verificado em 2008 e equivalem a 2.122 unidades.


Fonte: Correio Popular - 17/12/2010
19/05/2011

Começam as obras do Hospital Sírio Libanês. Investimento de R$ 200 milhões.

Começam as obras do Hospital Sírio Libanês. Investimento de R$ 200 milhões.

Investimento de R$ 200 milhões dá origem à \"Cidade da Saúde\"

A \"Cidade da Saúde\" começou a surgir ontem em Campinas, com o início das obras do Hospital Sírio-Libanês, que vai gerar a formação de uma nova área residencial e comercial, criando o bairro Santa Paula, na altura do KM 123 da rodovia Adhemar Pereira de Barros (SP-340), próximo à praça de pedágio de Jaguariúna. O Hospital Sírio-Libanês, com sede em São Paulo, é um dos mais importantes do país.

A obra exigirá um investimento de R$ 200 milhões da entidade médica e gerará 2 mil empregos diretos a partir de sua inauguração, prevista para dezembro de 2012. O hospital terá 58 mil metros quadrados de área construída, com 150 leitos, sendo 30 de UTI, centro de diagnóstico com equipamentos de ponta, centro cirúrgico e pronto atendimento.

O complexo hospitalar terá capacidade mensal de 750 pacientes, 17 mil exames de imagem e 80 mil exames laboratoriais. O objetivo é levar a mesma qualidade oferecida na Capital paulista a uma importante região do Estado. \"Com a nova unidade de Campinas, mais pessoas poderão contar com a mesma medicina de ponta e o mesmo calor humano que tornou o Hospital Sírio-Libanês uma referência na área da saúde\", afirmou Gonzalo Vecina Neto, superintendente corporativo do Hospital Sírio-Libanês.

Vecina destacou a necessidade de se atender a população mais carente e disse que o objetivo maior do hospital é de servir a comunidade como um todo. \"O espírito do atendimento do hospital segue sempre os cinco valores que marcam a entidade para melhorar as condições de saúde da comunidade: conhecimento, pioneirismo, excelência, filantropia e calor humano\", afirmou.

Atualmente, o Hospital Sírio-Libanês investe 10% da sua receita total em ações de filantropia. Deste montante – que em Campinas deverá corresponder a cerca de R$ 25 milhões – 30% é investido em atendimento de pacientes do SUS e 70% em capacitações e desenvolvimento de profissionais que fazem parte desse sistema.

O prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) disse que a vinda do Hospital Sírio-Libanês é um marco para a cidade e deverá ampliar, ainda mais a sua vocação para o conhecimento, a Medicina e a tecnologia. \"Será muito importante para a cidade, pois o hospital vai atrair um verdadeiro centro de pesquisa e tecnologia na área médica. Além disso, o hospital tem também uma vocação filantrópica e, por isso, a população mais carente poderá também contar com o que há de melhor em Medicina\", disse. \"O Sírio-Libanês traz para Campinas o conhecimento dinâmico da área da saúde, as maiores tecnologias para manter a vida do ser humano, particularmente aqueles com doenças graves\", disse.

O evento que marcou o início das obras do hospital e o surgimento de um novo bairro contou com a presença de centenas de autoridades, incluindo representantes da Vera Cruz Empreendimentos Imobiliários, empresa do Grupo Alfa, que vai investir nos projetos imobiliários e projetou a formação do novo bairro.


Fonte: Correio Popular - 18/12/2010
19/05/2011

Sírio-Libanês conclui a 1ª fase da obra.

Sírio-Libanês conclui a 1ª fase da obra.

Com terraplanagem realizada, hospital deve começar segunda etapa da construção do complexo.

As obras de terraplanagem para a construção do hospital Sírio-Libanês em Campinas já foram concluídas e aguardam apenas detalhes na conclusão do projeto para que seja iniciada a segunda fase da construção. O complexo hospitalar está sendo erguido na altura do Km 123 da Rodovia Adhemar Pereira de Barros, próximo à praça de pedágio de Jaguariúna, e a previsão é de que o empreendimento de cerca de R$ 200 milhões esteja concluído até dezembro de 2013.

Em uma área de 58 mil metros quadrados, com previsão de atendimento para 750 pacientes por mês, o hospital terá 150 leitos de internação e capacidade para realizar até 80 mil exames laboratoriais a cada 30 dias. A construção empregará por volta de 2 mil trabalhadores e, segundo a diretoria do hospital, a qualidade de atendimento na unidade de Campinas seguirá o mesmo padrão do Sírio-Libanês de São Paulo.

Atualmente, o Hospital Sírio-Libanês investe 10% da sua receita total em ações de filantropia. Deste montante – que em Campinas deverá corresponder a cerca de R$ 25 milhões -, 30% serão investidos em atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e 70% em capacitações e desenvolvimento de profissionais que fazem parte do SUS.

Além da expansão na capacidade hospitalar da cidade, a implantação da nova unidade também provocará modificações no perfil de uso e ocupação do solo nas proximidades do hospital. O Plano Local de Gestão (PLG) da Macrozona 2, que estabelece diretrizes e regras de parcelamento do solo e o tipo de adensamento populacional que será permitido nas áreas do Recanto dos Dourados e Vale das Garças, foi influenciado pela presença do hospital na área.

A Prefeitura já enviou o PLG à Câmara de Vereadores com proposta de aumento do perímetro urbano na região em 3,5 milhões de metros quadrados e aguarda parecer da Comissão de Constituição e Legalidade. Na prática, caso o projeto seja aprovado pelos vereadores, empreendimentos comerciais e residenciais passarão a ser permitidos na área que hoje é zoneada como localidade rural.

Aprovado, o projeto segue para discussões em audiências públicas antes de ser encaminhado para votação em plenário. Segundo a Associação Regional da Habitação (Habicamp), imóveis próximos à nova unidade hospitalar já teriam se valorizado em pelo menos 10% desde o anúncio oficial da construção. Segundo a Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo, a ampliação do perímetro urbano ajudará ainda a integrar os bairros Vale das Garças e Parque Village com o Bananal e demais localidades do município.


Preocupação
Apesar dos benefícios ressaltados pela Prefeitura à expansão do perímetro urbano na região,entidades ligadas ao meio ambiente manifestam preocupação com o aumento do adensamento populacional na região. \"Já procuramos o Ministério Público (MP) solicitando que eles acompanhem essas propostas de ampliação de perímetro urbano na Macrozona 2. Essa região é de amortecimento de uma área de preservação ambiental e empreendedores e Prefeitura vêm querendo passar por cima das leis\", diz a presidente da Sociedade Protetora da Diversidade das Espécies (Proesp), Márcia Corrêa.

Segundo o secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, Alair Godoy, o PLG da Macrozona 2 obedeceu a estudos de impacto ambiental.


Fonte: Correio Popular - 26/03/2011
19/05/2011

Praia Azul: R$ 9 milhões para revitalização.

Praia Azul: R$ 9 milhões para revitalização.

Ministério do Turismo promete investir em obras emergenciais na Represa de Salto Grande.

O governo federal deve investir R$ 9 milhões na revitalização das praias Azul e dos Namorados, em Americana. Os bairros, localizados às margens da Represa do Salto Grande, foram concorridos espaços públicos de lazer até metade dos anos 70, mas a poluição ambiental (provocada principalmente pela emissão de esgoto sem tratamento) afastou os freqüentadores. A água se tornou proibida para banho. Hoje, as intervenções ambientais dependeram basicamente do voluntariado e do patrocínio privado. Mas os recursos disponíveis são incapazes de reverter a nítida degradação. O aguapé e a braquiária se espalham pela orla; o turista desapareceu.

O secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico Costa, esteve em Americana no final de semana e participou da reunião do Circuito Turístico de Ciência e Tecnologia da Região (CT2). Ele afirmou que os investimentos no desenvolvimento do turismo regional são estratégicos. A recuperação dos equipamentos de lazer podem trazer os visitantes de volta, e incrementar a economia local. Dentro de dois meses, prometeu, a verba pode estar à disposição da Prefeitura. \"A região é uma prioridade para o ministério\", afirmou.

Um passeio pela orla das duas praias comprova. Os investimentos são urgentes. Há quiosques abandonados, banheiros públicos destruídos e alambrados arrebentados. O mato ocupa o que, um dia, foi uma pista de cooper. A situação é mais crítica na Praia Azul. A prostituição tomou conta das ruas em qualquer hora do dia. Quem caminha pela Avenida São Paulo fica frustrado de ver o lixo esparramado, o píer aos pedaços, o antigo hotel em ruínas.

O cearense Francisco Amaro dos Santos, de 60 anos, que gerencia um tradicional estabelecimento da orla (o Bar Redondo) conta que dispensou os funcionários e toca o negócio só com a ajuda da mulher, Rosemary Martins. O visual agressivo da orla, diz, é a razão da decadência do bairro. Ele próprio bancou a instalação de mourões e cercas na água, na tentativa de manter a vegetação afastada da areia. Ele sonhava, ao menos, manter limpa a praia na frente do seu bar. Mas foi em vão. Como praga, o aguapé se espalha e em muitos pontos a água some.

A sua mulher Rosemary, que nasceu na Praia Azul há 51 anos, resume o que pensam os moradores. \"Quem vem à Praia Azul hoje chora de lembrar como era lindo\", disse. Ela sabe que a prostituição se espalha pelo bairro. Mas nega que garotas de programa justifiquem a decadência. \"As mulheres fazem ponto a várias quadras da orla, perto de botecos e motéis baratos. Elas nem são notadas por aqui. Não atormentam ninguém\", disse. \"Nas últimas décadas, o governo foi incompetente. Colocou culpa na prostituta e não investiu no bairro\".

Uma prova da estrutura disponível no passado são os próprios sanitários públicos, inaugurados pela Prefeitura em 1971. Além de gabinetes com vasos sanitários, havia lavatórios, chuveiros, vestiário amplo. Hoje, as portas estão podres e não sobrou uma única torneira. O imóvel é esconderijo de drogaditos e desocupados.
Para o pintor Johnnes Robert da Costa, de 27 anos, a transformação do cenário passa necessariamente pela volta dos visitantes. \"Se o poder público reformar os equipamentos, fazer manutenção e garantir segurança, o povo vai voltar. E a Praia Azul voltará a ser o que era\", afirma.

Projeto Regional
O projeto de recuperação das praias Azul e dos Namorados faz parte de um plano turístico que integra, desde 2005, os municípios de Americana, Campinas, Hortolândia, Jaguariúna, Limeira, Nova Odessa, Piracicaba, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré, membros do chamado Circuito Turístico de Ciência e Tecnologia da Região (CT2).

Para o prefeito de Americana, Diego de Nadai (PSDB), a visita do secretário executivo Costa foi festejada por quem conhece a história das praias, às margens da Represa de Salto Grande. A revitalização, aposta, vai trazer a população de volta, e a cidade vai aproveitar melhor o que tem de potencial turístico.


Fonte: Correio Popular - 26/03/2011
19/05/2011

CMDU apóia ampliação da área urbana.

CMDU apóia ampliação da área urbana.

Projeto aumenta em 3,5 milhões de metros quadrados perímetro na região Norte/Nordeste.

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU) deu parecer favorável à ampliação do perímetro urbano proposto pela Prefeitura para a Macrozona 2, região situada na porção Norte/Nordeste de Campinas e que é atravessada pela Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340), na saída para Mogi-Mirim. Ela tem porções urbanas dentro do meio rural, como os loteamentos Bosque das Palmeiras, Vale das Garças e Village Campinas, e grandes passivos ambiental e social decorrentes das ocupações não planejadas. O projeto aumenta em 3,5 milhões de metros quadrados a área urbana daquela região. Ainda não há data para o projeto ser votado pela Câmara de Vereadores.

O arquiteto e conselheiro do CMDU, João Manoel Verde dos Santos, lembrou que a ocupação urbana em área rural naquela região está consolidada há muitos anos e surgiu de chácaras, tornando difícil a alteração. \"O erro foi feito no passado e temos hoje loteamentos e ocupações em áreas de preservação permanente (APP).
Sujeitas a enchentes e alagamentos. A ampliação das áreas urbanas visa especialmente dar condições de transferir pessoas que vivem nesses locais de risco para a própria região, evitando levar famílias para locais distantes, como ocorre com certa freqüência\", afirmou.

A proposta de alteração do perímetro urbano inclui uma faixa de 300 metros ao longo da Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros, caracterizando-a como um eixo de urbanização específica, e inclusão de uma nova área de forma a fazer a conexão entre os núcleos urbanos consolidados Vale das Garças e Village Campinas e o eixo de urbanização específica na margem esquerda da rodovia.

A presidente da Sociedade Protetora da Diversidade das Espécies (Proesp), Márcia Corrêa, solicitou ao Ministério Público que acompanhe as propostas de ampliação do perímetro urbano na Macrozona 2. Ela observa que essa região é de amortecimento da Área de Proteção Ambiental (APA) de Campinas. O secretário de Planejamento, Alair Godoy, que coordenou os trabalhos de elaboração do projeto, não retornou as ligações.

O projeto exclui do perímetro urbano três fragmentos entre a estrada de Furnas e a Recanto dos Dourados, nas margens do Rio Atibaia e próximo da estrada municipal do bairro Carlos Gomes, visando garantir as características rurais daquela região, limitando o crescimento nas proximidades com a Área de Proteção Ambiental (APA) de Souzas e Joaquim Egídio. Somente o loteamento Recanto dos Dourados permanece urbano.

O projeto define que os empreendimentos a serem implantados nas áreas integradas ao perímetro urbano terão que oferecer contrapartidas ao município. No caso específico das novas áreas urbanas da antiga Fazenda Santa Paula, a implantação de empreendimentos estará vinculada à instalação de sistema de esgotamento sanitário na região dos loteamentos Village Campinas, Vale das Garças e Bananal.

Com 88,14 quilômetros quadrados, que correspondem a 11% do território de Campinas, a Macrozona tem 7,7 mil habitantes, sendo que mais da metade dessa população está na área rural. O projeto do Plano Local de Gestão (PLG) da Macrozona 2 enviado pelo prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) à Câmara Municipal, proíbe a construção de edifícios para fins residenciais – exceto no eixo da SP-340, em parte da Fazenda Santa Paula próxima à rodovia e para empreendimentos de interesse social. O CMDU está apresentando emenda modificando essa diretriz, sugerindo que os padrões de ocupação e adensamentos sejam compatíveis com a infraestrutura instalada, cujos gabaritos e densidades habitacionais, populacionais e construtivas deverão ser definidos por estudos específicos, por meio de planos urbanísticos. \"Não se trata de libertar a verticalização, mas apenas retirar a proibição do texto do projeto\", informou Santos. O relatório com a análise do projeto teve, além de João Manuel Verde dos Santos, a assinatura dos conselheiros Débora Pinheiro Frazatto, André Kaplan, Fuad Jorge Cury e Marcelo Goraieb.

O grupo de trabalho do CMDU que elaborou o parecer sugere retirar do texto do plano local de gestão a regra de que define o tamanho do lote mínimo (1 mil metros quadrados) e 20 metros de testada para os lotes de parte do Recanto dos Dourados, da Fazenda Santa Paula do Vale das Garças e também eliminar do projeto a proibição de subdivisão de lotes em área inferior a mil metros quadrados em toda a Macrozona.


Fonte: Correio Popular - 4/4/2011
04/10/2010

Reunião da RMC contrata Unicamp para plano da Saúde.

Reunião da RMC contrata Unicamp para plano da Saúde.

O Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC), formado pelos prefeitos das 19 cidades da região, autorizou a contratação do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepp) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para criar ferramentas de implantação de pontos específicos do Plano Metropolitano de Saúde, elaborado em 2008 também por técnicos do Nepp. Ao todo, serão destinados cerca de R$ 750 mil do Fundo de Desenvolvimento da RMC (Fundocamp) para a elaboração de um plano de educação permanente da atenção básica à saúde e de um modelo de referência para a qualificação das centrais de regulação, e definição de um plano de implementação dos protocolos clínicos e cuidados na rede metropolitana de saúde.

Os contratos devem ser assinados até o final de junho, por causa do impedimento com o início da campanha eleitoral, e os estudos entregues em até oito meses. Os outros pontos do plano — implantação de sistema de transportes de pacientes na RMC, identificação das tecnologias disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) na região e adoção do cartão metropolitano de saúde — deverão ser elaborados após conclusão dos trabalhos contratados, em 2011.

O conselho de prefeitos também aprovou a contratação do Nepp para o levantamento do custo-aluno da educação infantil pública e de um diagnóstico dos serviços especializados voltados à população em situação de rua na RMC. O custo total é de cerca de R$ 367,4 mil (leia texto ao lado).

O plano de educação permanente da atenção básica à saúde vai propor sistemas de aperfeiçoamento continuado dos profissionais da região. A implantação deverá ficar a cargo de cada município. O modelo de referência para a qualificação das centrais de regulação vai identificar especialidades médicas em toda a RMC, além do número de leitos. O principal objetivo com a medida é evitar gargalos e sobrecargas em hospitais de referência, como o Celso Pierro, da PUC-Campinas, e o Hospital de Clínicas da Unicamp. Já com relação aos protocolos clínicos, o objetivo é um atendimento mais adequado, com a adoção de um sistema de gestão. Ao todo, o Fundocamp tem reservados cerca de R$ 1,5 milhão para implantar o plano na região.

Repercussão

“Eu acredito que o Conselho de Desenvolvimento da RMC está no caminho certo para o desenvolvimento de um sistema metropolitano de saúde. Ou se atua em conjunto ou não se avança em nada”, disse o secretário de Saúde de Campinas, José Francisco Kerr Saraiva. Ele afirmou que o Município está disponível para colaborar com os estudos com seu corpo clínico e intelectual, uma vez que a Prefeitura de Campinas ainda não contribui com o Fundocamp. “Estamos caminhando, com tudo isso, para a construção do SUS na RMC. Seremos pioneiros em tudo isso, com atendimento de qualidade na região e exemplo para todo o País”, disse.

“A reunião foi produtiva por termos conseguido aprovar e dar andamento a questões que há muito estão sendo discutidas dentro das câmaras temáticas e que agora começam a se consolidar, com grandes possibilidades de gerar resultados positivos a curto e médio prazos para toda a região”, disse o presidente do conselho e prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (PPS).

Para o pró-reitor de Desenvolvimento Universitário da Unicamp, Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva, a RMC reúne as melhores condições para viabilizar um plano metropolitano. “Com o plano, construímos um importante instrumento de articulação e gestão para consolidar o SUS em nossa região”, disse. “Se não fizermos aqui, dificilmente se fará em outro lugar do País.”


Custo-aluno visa impedir questionamentos do MP

O levantamento do custo-aluno da educação infantil pública visa, principalmente, impedir questionamentos do Ministério Público (MP) de São Paulo sobre gastos das prefeituras com merenda escolar, aquisição de uniformes, materiais e equipamentos. O estudo deverá apontar o custo de um aluno para a rede municipal de ensino da RMC, envolvendo todos os gastos em torno no aprendizado. O trabalho foi contratado por R$ 199,7 mil e o prazo para conclusão é de seis meses. Atualmente, o Conselho de Desenvolvimento da RMC também trabalha na elaboração de uma tabela de preços. O objetivo é apresentar valores únicos para as administrações municipais e evitar superfaturamentos e questionamentos do MP.



Morador de rua: atrito motivou ação

Queda de braço entre Campinas e Americana levou à elaboração de diagnóstico

A queda de braço travada entre as prefeituras de Campinas e Americana sobre a exportação clandestina de moradores de rua motivou a elaboração de um diagnóstico dos serviços especializados voltados à população em situação de rua na RMC. O problema tornou-se uma pedra no sapato de várias administrações, principalmente na do prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos (PDT). No caso envolvendo os dois municípios, Campinas acusou Americana de exportar moradores de rua para a cidade, inclusive, pagando as passagens do transporte. O episódio provocou uma crise institucional entre as administrações e o caso foi parar na Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo.

A intenção com o diagnóstico é identificar a quantidade de equipamentos públicos ou conveniados para atendimento de moradores de rua, o número de vagas, além das políticas públicas existentes. Após o resultado, cada município poderá reestruturar seu sistema de acolhimento e identificar possíveis desafios e soluções para o problema. O estudo vai custar R$ 167,7 mil e o prazo de conclusão é de até seis meses. Um protocolo único para a RMC também é estudado para o caso. A necessidade do estudo foi apontada pela Câmara Temática de Assistência Social da RMC.

Em Campinas, a Administração iniciou em 2009 a operação Bom Dia, Morador de Rua, que consiste na abordagem de pessoas em condições vulneráveis, identificação e credenciamento, e encaminhamento para instituições. Após o serviço, são dadas opções para o morador de rua de voltar para a família ou iniciar atividades profissionalizantes. No ano passado, 721 pessoas passaram pelas mãos de assistentes sociais que atuam na operação. Este ano, até fevereiro, 961 pessoas foram abordadas. Boa parte são reincidentes

autor: Paulínia News
Fonte: Correio Popular
04/10/2010

Começa limpeza dos aterros Cetrin e Mantovani.

Começa limpeza dos aterros Cetrin e Mantovani.

A Basf iniciou nesta quarta-feira (09/06) a retirada de cerca de 7,6 mil toneladas de resíduos sólidos de dispersões plásticas, fitas magnéticas e terra depositados pela empresa em uma vala nos Aterros Cetrin e Mantovani, em Santo Antônio de Posse. A vala 13 está a poucos metros de outra maior, onde cerca de 60 empresas depositaram, de forma inadequada, 326 mil toneladas de resíduos tóxicos que contaminaram solo e água subterrânea e tornaram aquele aterro, segundo a Defensoria da Água, no pior caso de contaminação ambiental do País.

A Basf vai gastar R$ 4,5 milhões no transporte e destino final dos resíduos. Serão cinco caminhões por dia num total de 335 viagens até agosto, que levarão o material sólido para o Aterro Recontrol, em Tremembé e os efluentes líquidos para a estação de tratamento de efluentes da Basf em Guaratinguetá.

O material foi depositado pela empresa entre 1985 e 1987. No período foram levados para lá 2,4 mil toneladas de resíduos que somados à terra da cobertura da vala geraram um total de 7.650 toneladas, das quais 60 toneladas são de líquidos. Os resíduos foram depositados em uma vala com 750m2.

O depósito foi feito com autorização da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) até a interdição do aterro em 1987. Nos estudos feitos pela empresa Geoclock, especializada em investigações ambientais, foi constatado que não havia relação entre os material depositado pela Basf com os resíduos da vala vizinha, que possuem diocloretano, o principal contaminante que atingiu as águas subterrâneas.

autor: Maria Teresa Costa
Fonte: Correio Popular
04/10/2010

Campinas terá 3º polo tecnológico.

Campinas terá 3º polo tecnológico.

A Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec) começou a procurar terras para instalar o terceiro parque tecnológico na cidade. A disponibilidade de espaço nos dois polos está praticamente esgotada. Até o próximo ano, a Prefeitura vai apresentar o novo local que abrigará empresas dedicadas à inovação, ciência e tecnologia.

A Prefeitura está pesquisando terras em áreas próximas ao Parque 2, na Rodovia Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340), informou o presidente da Ciatec, Luiz Carlos Rocha Gaspar. É uma região que vem se consolidando com investimentos dedicados à tecnologia, atraídos pela proximidade com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e outros centros de pesquisa.

O Parque 1 fica às margens da Rodovia D. Pedro I e o Parque 2 na SP-340. O primeiro tem 800 mil metros quadrados de área, mas apenas 30% estão ocupadas. A maior parte das terras pertence a União e há sobre elas uma disputa pela posse com a Prefeitura, desde o período em que os terrenos pertenciam a Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa). Enquanto essa situação não for resolvida, a implantação de empresas neste polo está comprometida.

No Parque 2, são 8 milhões de m2 , dos quais 3 milhões estão ocupados com 36 empresas. Dos 4 milhões restantes, a maior parte (3 milhões), são áreas de preservação permanente e áreas verdes, que não podem ser utilizadas, segundo Gaspar. Há, segundo ele, cerca de 1 milhão de m2 que ainda poderão ser comercializados e que já contam com interessados.

Estão no Parque 2 o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, o CPqD, a Northen Telecon, entre outras. Além do Santander que adquiriu 1 milhão de m2 com plano de iniciar a operação do seu polo de tecnologia e processamento no segundo semestre de 2012, estão se instalando o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército, o centro de investigações da Cargill, o Instituto Eldorado.

A Ciatec é uma empresa municipal de economia mista, que tem a Prefeitura como detentora de 99% de suas ações. Além dos dois parques tecnológicos, paralelamente, a Ciatec abriga o Núcleo de apoio ao Desenvolvimento de Empresas (Nade), uma incubadora de empreendimentos de base tecnológica. O Nade é um programa integrado, com diversos centros de pesquisa, ciência e tecnologia de Campinas e seu alvo principal são microempreendedores ou empresas que estejam desenvolvendo novos produtos ou serviços.

autor: Agemcamp
Fonte: Correio Popular
04/10/2010

Prefeito altera projeto de ampliação da Ceasa.

Prefeito altera projeto de ampliação da Ceasa.

Pela segunda vez seguida, o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos (PDT), propôs alterações no projeto de reforma e ampliação das Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa-Campinas). Com o objetivo de oferecer praticidade, segurança e qualidade no serviço, Hélio acrescentou e excluiu itens ao pré-projeto apresentado nesta quarta-feira (09/06) pelo presidente do entreposto e vice-prefeito, Demétrio Vilagra (PT), e reforçou a necessidade de aumentar a receita própria, atualmente em R$ 300 mil por ano.

Hélio pediu ampliação da área do estacionamento, rigidez e informatização das portarias de entrada e saída e construção de áreas para beneficiamento das mercadorias, como frutas e legumes. A expansão do mercado de flores, frutas, verduras e legumes ainda deverá ser entregue à iniciativa privada para concessão por um período máximo de 15 anos, tudo visando o aumento da receita e a modernização do espaço. “Ele (Hélio) quer dar mais utilidade à Ceasa e reforçar o crescimento do posto”, disse o presidente da central.

Na primeira apresentação, no ano passado, o prefeito excluiu do projeto a construção de um centro de convenções e até mesmo de um hotel. Agora, ele recomendou que se construa um restaurante “grande e de qualidade” ao lado da área administrativa, atualmente subutilizada, segundo Vilagra, e um mini-shopping com um mix de compras. “A intenção é atender ao público local e da região, porque é uma área em expansão e o poder público não pode deixar passar as oportunidades de crescimento”, disse o vice-prefeito.

autor: Venceslau Borlina Filho
Fonte: Correio Popular
04/10/2010

Crédito imobiliário registra aumento de 113% na região.

Crédito imobiliário registra aumento de 113% na região.

O setor imobiliário tem motivos para comemorar o primeiro semestre de 2010 na região de Campinas. Balanço da Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal, principal agente financiador do setor, divulgado ontem, mostrou que a evolução do crédito imobiliário nos seis primeiros meses de 2010 foi de 113% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume financiado foi de R$ 839 milhões para 11.212 unidades. O valor do semestre representou 85,62% de todo o ano passado, quando os empréstimos atingiram R$ 980 milhões.

O desempenho da região, que abrange 23 municípios, foi melhor do que o índice nacional, de 95% de crescimento, e o do Estado de São Paulo, com avanço de 72% frente ao acumulado de janeiro a junho de 2009.

A regional ainda figurou na liderança, segundo a Caixa local, entre as 78 regionais no País na contratação de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida, para o público na faixa de três a dez salários mínimos. De abril do ano passado até junho de 2010, foram assinados acordos para a construção de 10.130 unidades com crédito imobiliário no valor de R$ 1,2 bilhão.

Os empreendimentos para o trabalhador com renda familiar de zero a três salários mínimos somaram 6.042 unidades, com um volume de R$ 400 milhões. O programa ainda tem em análise mais 144 projetos, com financiamento de R$ 2,821 bilhões. De acordo com a Caixa, na faixa de zero a três salários mínimos serão mais 7 mil unidades.

Apenas as cidades de Campinas e Hortolândia têm até agora projetos sendo executados para esse público. Mas a expectativa é de que em breve sejam lançados conjuntos habitacionais nessa faixa em cidades como Jaguariúna, Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste e Vinhedo.

O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Paulo Galli, afirmou que o Minha Casa, Minha Vida tem projetos em andamento em dez dos 23 municípios que compõem a regional. “O nosso objetivo é ampliar o programa em toda a nossa regional. Os projetos em análise serão executados em diversas cidades. Do total de 23 municípios que formam a região, 18 deles estão na Região Metropolitana de Campinas”, disse.

Galli afirmou que a regional aumentou a participação sobre o total de financiamentos realizados pelo banco no Estado de São Paulo. “No primeiro semestre de 2009, o volume da nossa regional representou 7,9%. No acumulado de janeiro a junho deste ano, a participação subiu para 9,21%”, comentou.

O executivo destacou que a regional cresceu mais que o restante do País e o dado indica a força do segmento imobiliário de Campinas e das cidades da região. Ele estimou que este ano o crédito imobiliário deve fechar em R$ 2 bilhões e o próximo ano deve apresentar um resultado, no mínimo, igual a 2010.

Recursos

Galli ressaltou que não haverá falta de recursos para custear o desenvolvimento do setor e que a Caixa buscará outras fontes. Hoje, os dois principais suportes de dinheiro para a carteira imobiliária são o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

No primeiro semestre deste ano, o volume de recursos do FGTS somou R$ 474,566 milhões e o SBPE respondeu por R$ 364,421 milhões.

“Não há nenhuma possibilidade de escassez de recursos para financiar a compra da casa própria. Há opções que a Caixa poderá utilizar, se for necessário, para captar dinheiro para o crédito imobiliário”, garantiu o superintendente, que apontou o Minha Casa, Minha Vida como uma das alavancas do setor.

Na região de Campinas, 18 construtoras executam projetos do programa e 64 mil pessoas foram atendidas, conforme a Caixa Econômica.

Os casais jovens, com idade entre 24 e 35 anos, estão puxando os empréstimos para a compra da casa própria na região. Galli disse que os imóveis com dois dormitórios são os mais procurados. “Antes, as famílias buscavam por imóveis com pelo menos três quartos. Hoje, como os casais são jovens e geralmente ainda não têm filhos, os produtos com dois dormitórios são os mais procurados”, comentou. O valor médio financiado no semestre foi de R$ 45 mil, que, segundo o banco, representou 58% do valor do imóvel.

Os prédios, diz o superintendente, constituem a maior parte dos empreendimentos lançados pelas construtoras. “A terra em Campinas e na região tem custo elevado”, observou. Ele afirmou que os valores dos imóveis estão chegando a um ponto de estabilidade. Os preços praticados hoje, disse, indicam uma recuperação de valor e não um processo inflacionário.

Galli afirmou que a inadimplência no crédito imobiliário está em queda na regional. O índice era de 6,37% do total da carteira em dezembro de 2009 e caiu para 4,76% em maio de 2010.

SAIBA MAIS

Dados do crédito imobiliário no primeiro semestre:

BRASIL

Ano 2009

Unidades: 351.541
Recursos: R$ 17,5 bilhões

Ano 2010

Unidades: 575.232
Recursos: R$ 34,01 bilhões
Variação: 95%

ESTADO DE SÃO PAULO

Ano 2009

Unidades: 110.450
Recursos: R$ 5,3 bilhões

Ano 2010

Unidades: 128.874
Recursos: R$ 9,1 bilhões
Variação: 72%

REGIONAL CAMPINAS

Ano 2009

Unidades: 7.890
Recursos: R$ 394 milhões

Ano 2010

Unidades: 11.212
Recursos: R$ 839 milhões
Variação: 113%

autor: Adriana Leite
Fonte: Correio Popular
29/09/2010

MRV Engenharia abre suas portas nas redes sociais.

MRV Engenharia abre suas portas nas redes sociais.

Falar com os amigos, conhecer gente nova e procurar emprego. Emprego? As redes sociais perderam seu caráter exclusivamente de entretenimento e aparecem como alternativa de interação com o cenário corporativo. Foi graças a um site de relacionamento, o twitter, que Jóice Camila da Silva, que reside em Campinas, no Estado de São Paulo, conseguiu uma vaga de estágio na MRV Engenharia, maior plataforma de imóveis econômicos do país.

A estudante de Engenharia Civil soube da existência de vagas na construtora pelo twitter e, foi também por essa rede social que ela demonstrou interesse em trabalhar na empresa. \"Soube da vaga na minha cidade pelo twitter, foi quando comecei a seguir o perfil da MRV e me candidatei à vaga pelo site\", conta a estagiária recém-contratada. No início de julho, a MRV publicou em seu perfil do twitter que havia vagas para estudantes de engenharia civil fazerem estágio em Campinas. Jóice ainda enviou um tweet para a empresa, dizendo que gostaria de trabalhar nela e lembra que achou interessante o fato de ser rapidamente respondida.

\"A MRV aposta nas redes sociais como uma boa forma de interação entre seus clientes já há algum tempo e desde julho, resolvemos investir nas redes sociais também como mais um espaço para a relação com potenciais colaboradores\", comenta Mariana Riggoto, analista de recursos humanos da empresa. De um lado, passamos a divulgar vagas pelo twitter e conquistamos mais seguidores, do outro, ampliamos o número de candidatos, o que nos permite ter mais opções para as contratações\", acrescenta.

Mariana acredita que fazer parte das redes sociais tem se tornado tendência no mundo corporativo e não é o único. Segundo uma pesquisa divulgada pela IBM no primeiro semestre deste ano, 69% dos profissionais utilizam redes sociais para ampliar o número de colaborações, 55% defendem que elas são uma forma de agilizar as respostas e 36% garantem que tais aplicativos diminuem os custos com tecnologia. De acordo com a mesma pesquisa, até 2012, o número de usuários de redes sociais na internet ultrapassará os 800 milhões de internautas.

autor: Marketing
Fonte: Assessoria de Imprensa MRV
29/09/2010

STJ: construtora não pode cobrar juros de imóvel na planta.

STJ: construtora não pode cobrar juros de imóvel na planta.

As construtoras não podem cobrar juros de parcelas do imóvel adquirido ainda na planta. A decisão, por unanimidade, é dos ministros da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e está em consonância com o Código de Defesa do Consumidor, que considera nulas as cláusulas abusivas.

Segundo o relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão, durante a obra é a construtora que lança mão do dinheiro do comprador sem que ele possa sequer usar o imóvel, o que torna a cobrança de juros \"descabida\". O ministro ainda lembrou que todos os custos da obra (inclusive de financiamento realizado pela construtora) devem estar embutidos no preço do imóvel.

No caso analisado pelos ministros, uma consumidora da Paraíba foi obrigada por contrato a pagar juros de 1% ao mês sobre parcelas anteriores ao recebimento do imóvel. Ela entrou na Justiça pedindo a revisão do contrato e a devolução em dobro dos valores pagos indevidamente, ganhando em todas as instâncias. A construtora recorreu ao STJ, sem sucesso.

Fonte: Agência Brasil